domingo, 16 de março de 2014

Educação Escolar da Pessoa com Surdez

Educação Escolar de Pessoas com Surdez -Atendimento Educacional Especializado em Construção 

        A politica nacional da educação especial na perspectiva da escola inclusiva (2008). Vem ao encontro do propósito de mudanças no ambiente escolar e nas práticas sociais/institucionais para promover a participação e a aprendizagem dos alunos com surdez em escola comum. Diante do exposto muitas barreiras tem que ser quebradas como embates entre gestualista e oralistas, visões segregacionistas, o foco deve ser a transformação da escola e das suas práticas pedagógicas excludentes em inclusiva. Nesse contexto legitimou-se a construção do AEE. O AEE deve ser organizado na escola comum, no contra turno que o aluno estuda; visando a complementação da escolaridade. 
        Esse atendimento deve ser desenvolvido em um ambiente bilíngue, em três momentos didáticos pedagógicos que são: AEE em libras; AEE de libras e AEE para o ensino da língua portuguesa. Segundo Lorena Kozlowski, a Proposta Bilíngue não privilegia uma língua, mas quer dar direito e condições ao individuo surdo de poder utilizar duas línguas; portanto, não se trata de negação, mas de respeito; o individuo escolherá a língua que irá utilizar em cada situação linguística em que se encontrar. O AEE foi previsto para viabilizar o acesso e permanência da pessoa com surdez na escola comum, contribuir no processo ensino aprendizagem por meio de uma educação bilíngue em todo processo educativo. 
        A prática pedagógica deve ser voltada para a formação do ser humano, levando em considerações contextos significativos para a pessoa garantindo meios para que possa vencer suas dificuldades. Para promover esse atendimento e necessário que a pessoa com surdez seja vista como um ser humano com potencialidades, capazes e produtivos, não se limitando a uma identidade e cultura surda, mas como um ser biopsicossocial, cognitivo, cultural com aquisição e produção de conhecimento. 
       Diante do exposto, a educação da PS no AEE significa: Preparar para a individualidade e a coletividade, provocando um processo comunicacional-dialogal-global, buscando a superação da imanência, da imediaticidade e buscando a transcendência do social, do cultural e do histórico-ideológico, com ruptura de fronteiras, e deflagrando uma sociedade mais solidária, fraterna e humana, em que os saberes não aprisionem o corpo e a mente ao poder, mas possam liberá-lo. 

REFERÊNCIAS:
DAMÁZIO & FERREIRA (2010). A educação escolar da pessoa com surdez visa proporcionar a essas pessoas a oportunidade de aquisição de habilidades para a vida em comunidade, ou seja, como atuar e interagir com seus pares no mundo. Referências bibliográficas: KOSLOWSKI, L. A Proposta bilíngüe de educação do surdo. Revista Espaço. Rio de Janeiro: INES, nº10, p.47-53, dezembro, 1998. A Proposta bilíngüe de educação do surdo. Revista Espaço. Rio de Janeiro: INES, nº10, p.47-53, dezembro, 1998. A Proposta bilíngüe de educação do surdo. Revista Espaço. Rio de Janeiro: INES, nº10, p.47-53, dezembro, 1998. DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Educação Escolar da Pessoa com Surdez: uma rápida contextualização histórica. 2005. DAMÁZIO, Mirlene Ferreira Macedo. Educação escolar inclusiva para pessoas com surdez na escola comum - questões polêmicas e avanços contemporâneos/ ensaios pedagógicos: construindo escolas inclusivas, p 108 a 120. Brasília, 2005. DAMÁZIO, M. F. M.; ALVES, C. B. Atendimento Educacional Especializado do aluno com surdez. Capítulo 1 e 3. São Paulo: Moderna, 2010.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

OS TRÊS PORQUINHOS EM AUDIODESCRIÇÃO




 

VÍDEO: http://www.youtube.com/watch?v=22cmg2wNiRs

Através do Clássico OS TRÊS PORQUINHOS trabalhar a compreensão  interpretação do aluno de forma prazerosa.
 Fazer relação entre o tempo levado na construção das casas e o material utilizado com sua resistência
Comparar a atitude de cada porquinho ao fazer sua casa
Confeccionar um livro de história em Braille e organizá-lo corretamente.
Fazer uma roda de conversa após a história a fim de explorar e identificar aquilo que o aluno aprendeu colhendo suas falas para elaboração de texto coletivo que será lido no fim do período diário como forma de incentivo à participação do educando.

domingo, 20 de outubro de 2013

jogos pedagógicos

DOMINÓ DAS CORES
Descrição: Este material é feito em madeira, medindo 4 cm de comprimento, 9 cm de largura e 1 cm de espessura. Cada peça possui duas cores. A pintura é feita com tinta lavável
Fonte: Laboratório de Educação Especial “Prof. Ernani Vidon”, Unesp, Marília, SP.
Facilita  a nomeação das cores, a discriminação visual e a correspondência um a um. As peças ampliadas permitem melhor manuseio aos alunos com dificuldade de preensão. O material pode ser higienizado devido a tinta lavável.

 


QUEBRA CABEÇA DE CUBOS
Permite trabalhar com a percepção visual,  preensão e discriminação de figuras (parte/todo). Cada parte do cubo apresenta uma figura, sendo possível montar 6 desenhos diferentes. O manuseio do cubo foi idealizado para a coordenação com ambas as mãos (bimanual). Indicado para alunos que apresentam distrofia muscular. Por ser  um material leve, não é recomendado para alunos com paralisia cerebral do tipo atetóide, que apresentam movimentos involuntários. No caso desses alunos, seria recomendado cubos mais pesados.
Descrição: Este quebra-cabeça é feito de caixa de papelão, em formato de cubo, plastificado e com aplicação de figuras.



FONTE:
Brasil. Secretaria de Educação Especial.    Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos pedagógicos adaptados / Secretaria de Educação Especial - Brasília: MEC: SEESP, 2002, fascículo 1.   

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Teclado Colmeia


   Muitas pessoas com deficiência têm dificuldade motora nas mãos que  dificulta na hora de digitar.   Já existe no mercado vários produtos que facilitam a vida de pessoas com deficiência, um deles é a colméia, que é um teclado de computador com uma peça (geralmente de acrílico) que promove maior acessibilidade dos PCD's com o mundo virtual, facilitando a digitação por pessoas com dificuldades motoras no uso do computador.


   Este teclado convencional pode ser acoplado ao computador com saídas PS2 ou USB e possui uma cobertura em acrílico para facilitar a digitação.A máscara possui orifícios a cada tecla, evitando que o usuário com dificuldades motoras dispare várias teclas ao mesmo tempo.

   Este teclado é essencial para a acessibilidade ao computador. Ele pode ser ainda melhorado com um auxiliar para digitação ou alguma outra adaptação para o usuário acionar as teclas através dos orifícios da máscara.

 Uso do Tuboform TFF4 + Teclado com Colméia para comunicação e treino de escrita


   Fonte:
 http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br
Não são todos que têm acesso ao mundo virtual, só quem tem sabe quanta coisa pode ser encontrada nele. Muitas pessoas utilizam desta ferramente para se distrair, se inteirar das notícias que ocorrem no mundo, pesquisar assunto importantes, jogar para passar o tempo e as vezes até para arranjar namorada(o)...
   Mas nem todo mundo faz isso, muitas pessoas com deficiência têm dificuldade motora nas mãos que  dificulta na hora de digitar, por isso hoje vim apresentar para você mais uma novidade...
  Já existe no mercado vários produtos que facilitam a vida de pessoas com deficiência, um deles é a colméia, que é um teclado de computador com uma peça (geralmente de acrílico) que promove maior acessibilidade dos PCD's com o mundo virtual, facilitando a digitação por pessoas com dificuldades motoras no uso do computador.
   Este teclado convencional pode ser acoplado ao computador com saídas PS2 ou USB e possui uma cobertura em acrílico para facilitar a digitação.
   Esta máscara possui orifícios a cada tecla, evitando que o usuário com dificuldades motoras dispare várias teclas ao mesmo tempo.
   Os orifícios são projetados para a passagem do dedo de um adulto.
Este teclado é essencial para a acessibilidade ao computador. Ele pode ser ainda melhorado com um auxiliar para digitação ou alguma outra adaptação para o usuário acionar as teclas através dos orifícios da máscara.
   Podemos ainda indicar o uso de adesivos de teclado, para torná-lo acessível à pessoas com baixa visão. - See more at: http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br/2013/02/teclado-colmeia-ou-mascara-de-teclado.html#sthash.Qcp51sye.dpuf
Não são todos que têm acesso ao mundo virtual, só quem tem sabe quanta coisa pode ser encontrada nele. Muitas pessoas utilizam desta ferramente para se distrair, se inteirar das notícias que ocorrem no mundo, pesquisar assunto importantes, jogar para passar o tempo e as vezes até para arranjar namorada(o)...
   Mas nem todo mundo faz isso, muitas pessoas com deficiência têm dificuldade motora nas mãos que  dificulta na hora de digitar, por isso hoje vim apresentar para você mais uma novidade...
  Já existe no mercado vários produtos que facilitam a vida de pessoas com deficiência, um deles é a colméia, que é um teclado de computador com uma peça (geralmente de acrílico) que promove maior acessibilidade dos PCD's com o mundo virtual, facilitando a digitação por pessoas com dificuldades motoras no uso do computador.
   Este teclado convencional pode ser acoplado ao computador com saídas PS2 ou USB e possui uma cobertura em acrílico para facilitar a digitação.
   Esta máscara possui orifícios a cada tecla, evitando que o usuário com dificuldades motoras dispare várias teclas ao mesmo tempo.
   Os orifícios são projetados para a passagem do dedo de um adulto.
Este teclado é essencial para a acessibilidade ao computador. Ele pode ser ainda melhorado com um auxiliar para digitação ou alguma outra adaptação para o usuário acionar as teclas através dos orifícios da máscara.
   Podemos ainda indicar o uso de adesivos de teclado, para torná-lo acessível à pessoas com baixa visão. - See more at: http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br/2013/02/teclado-colmeia-ou-mascara-de-teclado.html#sthash.Qcp51sye.dpuf
Não são todos que têm acesso ao mundo virtual, só quem tem sabe quanta coisa pode ser encontrada nele. Muitas pessoas utilizam desta ferramente para se distrair, se inteirar das notícias que ocorrem no mundo, pesquisar assunto importantes, jogar para passar o tempo e as vezes até para arranjar namorada(o)...
   Mas nem todo mundo faz isso, muitas pessoas com deficiência têm dificuldade motora nas mãos que  dificulta na hora de digitar, por isso hoje vim apresentar para você mais uma novidade...
  Já existe no mercado vários produtos que facilitam a vida de pessoas com deficiência, um deles é a colméia, que é um teclado de computador com uma peça (geralmente de acrílico) que promove maior acessibilidade dos PCD's com o mundo virtual, facilitando a digitação por pessoas com dificuldades motoras no uso do computador.
   Este teclado convencional pode ser acoplado ao computador com saídas PS2 ou USB e possui uma cobertura em acrílico para facilitar a digitação.
   Esta máscara possui orifícios a cada tecla, evitando que o usuário com dificuldades motoras dispare várias teclas ao mesmo tempo.
   Os orifícios são projetados para a passagem do dedo de um adulto.
Este teclado é essencial para a acessibilidade ao computador. Ele pode ser ainda melhorado com um auxiliar para digitação ou alguma outra adaptação para o usuário acionar as teclas através dos orifícios da máscara.
   Podemos ainda indicar o uso de adesivos de teclado, para torná-lo acessível à pessoas com baixa visão. - See more at: http://cantinhodoscadeirantes.blogspot.com.br/2013/02/teclado-colmeia-ou-mascara-de-teclado.html#sthash.Qcp51sye.dpuf

segunda-feira, 5 de agosto de 2013


 O Papel  do Professor do A.E.E



          Para ser professor da sala de recursos multifuncionais é necessário ter curso de pós- graduação e ou cursos de formação continuada e de aperfeiçoamento indicados para essa formação, onde os professores ampliarão seus conhecimentos em conteúdos específicos do A.E. E como: comunicação aumentativa e alternativa, sistema Braille, orientação e mobilidade, soroban, ensino brasileiro das línguas de sinais-LIBRAS, A.V.A (atividade de vida autônoma),atividades cognitivas entre outros, habilitando esse profissional para melhor atender alunos com deficiências/ TGD (transtorno global do desenvolvimento)/Altas Habilidades/ Superdotados.
       O professor do A.E. E tem como objetivo primordial promover condições para a inclusão dos alunos que frequenta a sala de recursos em sua trajetória acadêmica para atuar com autonomia na escola e em outros espaços de sua vida social. Suas atribuições são de fundamental importância para o desenvolvimento de suas ações.
     Dentro de suas atribuições este profissional elabora e executa o plano de A.E. E, acompanha a funcionalidade e aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade etc.
       Cabe ao professor do A.E. E identificar, elaborar, produzir e organizar serviços,recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias, considerando as necessidades específicas dos alunos de forma a construir um plano de atuação para eliminá-las.(MEC/SEESP-2009), para a construção desse plano se faz necessário um estudo de caso detalhado sobre o aluno através de observações na sala de aula do ensino regular e demais espaços escolar; realizar entrevistas com professor e familiar; fazer avaliação psicopedagógica para identificação da problemática e resolução do problema.
      O estudo de caso é de fundamental importância para direcionar as ações na resolução do problema, ele propõe ações em parceria com professores e familiares, serviços de saúde, assistente social e outros, com base nesses dados se elaboram e executam o plano de A.E. E, este plano deve ser constantemente revisado e atualizado, buscando sempre o melhor para o aluno, definindo o tipo de atendimento, os matérias que deverão ser produzido e atividades a serem desenvolvidas na sala de recurso e de ensino regular com os professores e demais profissionais da escola para promover a proposta inclusiva.
    O plano de A.E. E deve buscar sempre o melhor para o aluno,reconhecer as suas necessidades e habilidades para a partir desses dados traçar um melhor plano de atendimento atendendo assim suas particularidades.